quinta-feira, 11 de julho de 2013

VOCÊ TEM ESCOLHA

Essas são imagens editadas de um matadouro no interior do Pará onde animais aguardam seus destinos temendo a aproximação humana.

No nosso país mata-se um boi por segundo mas, por meio de nossas escolhas conscientes, podemos mudar essa terrível realidade.

Não tem como comer um ser vivo que sente medo como a gente também sente.



ENERGIA RENOVÁVEL

Saiu uma matéria na Revista Super Interessante que esclarece bem os diversos tipos de energia renovável.
Será que o nosso país anda bem nesse ramo?!

"Saiba quais são os diferentes tipos de energia renovável

Por Lydia Cintra

Imagem: Melanie Conner/Getty Images

Hidráulica
Tem como origem a água, que movimenta as turbinas de usinas hidrelétricas. Apesar de ser considerada por alguns como uma fonte de energia limpa, a construção de barragens e reservatórios altera o ambiente e provoca o deslocamento da população no entorno das usinas.
Solar
Por meio de painéis fotovoltaicos, a luz do sol é convertida em energia. Esse tipo de tecnologia exige pouca manutenção e pode ser usada em pequenas escalas – como uma casa, uma loja. A produção dos painéis, no entanto, é cara. Ou seja, não são todos os países que têm acesso.
Eólica
É a energia dos ventos, que movimentam as pás de cata-ventos ligados a geradores. Uma das vantagens apresentadas é que não gera resíduos e o terreno pode ser compartilhado com outras atividades. No entanto, para que uma usina eólica forneça uma quantidade razoável de energia, deve haver disponibilidade de áreas bastante amplas. Há também a morte de pássaros que se chocam contra as pás.
Biomassa
A energia é obtida pela queima de bagaço de cana, palha de milho, casca de arroz… Uma das vantagens apontadas é que o período de safra da cana coincide com o da seca, quando cai o nível da água nos reservatórios das hidrelétricas.
Biogás
É gerado pelo lixo orgânico de aterros sanitários, esgoto e dejetos de fazendas. Tubulações captam o metano, gás liberado pela decomposição de matéria orgânica, e o usam para gerar energia."

quarta-feira, 10 de julho de 2013

COSMÉTICOS SUSTENTÁVEIS

Uma excelente reportagem que só reforça o que eu penso: quanto mais se compra das empresas que maltratam os animais, mais se incentiva essa crueldade.

"Cosméticos sustentáveis: Conheça as empresas que fazem testes em animais


Algumas marcas do mundo são praticantes dessa barbárie: M.A.C., Maybelline, Johnson & Johnson, Avon, Clean & Clear, Dove, L’Oreal, Revlon, L’Occitane, LaRoche Posay, Neutrogena, Pantene e outras. Há muitas empresas (principalmente as brasileiras) que já aboliram tal prática e fabricam seus produtos de maneira ética.

Por Clara Corrêa
Fonte: EcoD

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Os cães da raça Beagle são frequentemente usados como cobaias devido ao temperamento dócil
Foto: Sxc.hu

Essa semana uma notícia me deixou muito feliz: a Índia anunciou que deixará de fazer testes em animais na indústria dos cosméticos. Agora, ela se junta aos países da União Europeia e a Israel na luta pela substituição das torturas realizadas nos animais por alternativas mais éticas.
Isso é muito, mas muito bom, e nos dá forças para defender essa política também aqui no Brasil. Para quem não sabe, os testes feitos nos animais são as coisas mais monstruosas que o ser humano é capaz de fazer. Considerando que muitos deles são realizados para fins meramente estéticos, a revolta se torna ainda maior. Para completar, já existem alternativas mais eficientes e com resultados mais seguros (sim, para nós, humanos) do que os testes feitos nos animais vivos.
Eu nem tenho estômago para descrever como são esses testes, mas se você quiser saber mais sobre o assunto, recomendo a leitura desta página - aqui -.
Como eu estava interessada no assunto, comecei a pesquisar sobre as empresas que ainda mantêm essa prática. Quase morri do coração quando soube que algumas das marcas mais amadas do mundo (inclusive por mim) são praticantes dessa barbárie: M.A.C. (RIP Ruby Woo), Maybelline (adeus, Colossal… #todaschora), Johnson & Johnson, Always (nem os absorventes escaparam), Avon, Clean & Clear (ai meu adstringente…), Dove, L’Oreal, Revlon, L’Occitane, LaRoche Posay, Lux, Mary Kay, Neutrogena, Olay, Pantene, Vichy e Veet são apenas algumas das empresas que usam coelho, ratos, cachorros e outros animais vivos para saber se as substâncias colocadas em seus produtos vão causar irritação nos olhos, na pele, câncer ou mesmo matar.
Por outro lado, fiquei extremamente feliz ao saber que muitas empresas (principalmente as brasileiras) já aboliram tal prática e fabricam seus produtos de maneira ética. O Boticário, Contém 1g, Água de Cheiro, Acquaflora, Granado, Ikove, Impala, Mahogany, Natura, Nazca, OX, Éh, Quem Disse Berenice, Racco, Surya, Farmaervas, Vult, além das gringas Aveda, Alva, Conair, Diane von Furstenberg Beauty, The Body Shop, Urban Decay e Victoria’s Secret são algumas delas e já têm espaço cativo no meu coração.
Gostou? Se revoltou? Quer fazer a sua parte? Então seja um CONSUMIDOR CONSCIENTE! Para isso, informe-se e conheça os posicionamentos e práticas das empresas que fabricam seus produtos preferidos. Depois, exija o fim dos testes em animais – boicote, mande mensagem, compartilhe essas informações em suas redes sociais!
O consumo consciente é a arma mais poderosa para obrigar as empresas a adotarem práticas éticas e sustentáveis – seja com o meio ambiente, com os animais, com seus empregados ou mesmo com o consumidor. Então não se cale! Mostre seu engajamento e faça a diferença!"

quarta-feira, 3 de julho de 2013

LIXO EXTRAORDINÁRIO

Para quem não assistiu ainda, o link do filme completo, vale a pena. Um filme para refletir e se emocionar.

terça-feira, 4 de junho de 2013

EXPOSIÇÃO QUE UNE ARTE E MEIO AMBIENTE

Excelente dica essa exposição, uma forma criativa e intuitiva de unir arte e reutilização de revistas. Quando eu estiver em São Paulo, com certeza eu vou.



"Há 22 anos, Silvio Alvarez (http://www.silvioalvarez.com.br), durante sua crise pessoal, em meio a seus dramas descobriu na colagem a forma de “externar sua realidade”, o que ele mesmo chamou de “arte-terapia intuitiva”. No processo reconheceu, além de sua sanidade, uma expressão artística democrática, “qualquer um pode recortar uma velha revista e sair colando”. Esta “democracia” poderia ser um incômodo ou uma desvalorização de seu trabalho artístico na verdade era o seu veículo de transformação, para ele e para qualquer um que tem o prazer de participar de uma de suas oficinas.
Silvio Alvarez colagem
Seus elementos recortados compõe um mosaico de paisagens que refletem “a relação do homem com o meio ambiente, com as grandes cidades e consigo mesmo”. São obras de uma plasticidade própria, cores vivas e um equilíbrio visual realmente interessante e surpreendente para alguém que diz que não sabe desenhar nem pintar. Ele pode não dominar a técnica da pintura em si, mas podemos observar o nítido domínio estético e informacional em suas obras, ele deixa claro ao que veio.
“As revistas são repletas de signos younguianos.” “São catálogos universais de expectativas” e é colhendo e reorganizando estas imagens que o indivíduo consegue se expressar.
Silvio Alvarez colagem
Por outro lado, o artista afirma que há uma “psiquiatralização” da vida, que transforma questões pessoais em transtornos e síndromes. No meu entendimento, uma outra leitura da necessidade de rótulos que os produtos tem que ter para serem vendidos.

Sobre a sustentabilidade

Silvio Alvarez colagem
“Desde moleque escuto falar de meio ambiente, agora quem nunca fez nada, vai continuar não fazendo. A única esperança esta na criança” que desde cedo pode ser educada e permeada por este conceito. Silvio ainda cita o exemplo de Dona Nega, uma cidadã de Joanópolis, cidade onde mora, que complementa a aposentadoria recolhendo recicláveis; ao mesmo tempo em que gera renda, faz algo útil para o planeta. “Se ela sozinha está fazendo algo, porque outros também não podem?” Esta prática ambiental correta levou suas oficinas para a Rio+20, atividade realizada no Planetário da Gávea.
silvio alvarez colagem
No trabalho de recortes de revistas ele está reusando o descartado de outra forma, o que por si só é um dos conceitos da sustentabilidade. Apesar dele não parar por aí e deixar claro em várias de suas obras a provocação, por exemplo, de pinguins desgarrados invadindo as praias tropicais ou ainda animais selvagens em meio a armamentos de guerra. O conjunto da obra guarda em si uma boa dose de provocação, humor e até cinismo.
Para manter seu trabalho vivo ele vende suas obras para “pessoas que não estão querendo comprar um quadro para combinar com o sofá” e ministra oficinas em universidades e empresas que reconhecem sua obra de “Consciencialização Ambiental” e assim proporcionam momentos de criatividade e expressão. Seja nas aulas de arte-terapia ou dentro das empresas, para funcionários e familiares, Silvio se diverte com o próprio trabalho e os processos pessoais.
Silvio Alvarez Colagem
Empresas como a Escola Bosque, Pirelli, Abril, Infraero e o Metrô de São Paulo, que alavancou a carreira do artista, já reconheceram e deram visibilidade ao trabalho de Silvio, agora só falta você.

Exposição em São Paulo

Até o dia 20 de setembro, seu trabalho está exposto no Conjunto Nacional, Av. Paulista, em São Paulo.  Neste momento conta com o apoio da Gaia Brasil, que montou esta exposição com nosso colaborador Jeff Celophane (Celophane Cultural) e ainda recebeu a ajuda da Cantina Província de Lucca, Java Contábil e Prefeitura de Joanópolis."
festa_na_cidade Silvio Alvarez colagem

quinta-feira, 30 de maio de 2013

PAINÉIS SOLARES NO RJ

Ontem li essa notícia bem interessante. Seria legal se mais prédios tivessem essa iniciativa aqui no Rio, porque sol é uma coisa que nós realmente temos!



"Enel Green Power instala painéis solares no consulado italiano no RJ


A Enel Green Power e o Consulado Geral da Itália no Rio de Janeiro assinaram um acordo para a instalação de 120 painéis fotovoltaicos, com capacidade total de 29,4 kW no telhado do Consulado. A Enel Green Power elaborou o projeto e realizará as obras que deverão ser concluídas em Outubro de 2013. O acordo foi assinado na presença de Mario Panaro, Cônsul Geral da Itália no Rio e Enrique de Las Morenas, Country Manager da Enel Green Power no Brasil.
O objetivo do projeto é auxiliar o Consulado a tornar-se mais auto-sustentável e eficiente no uso de energia por meio de uma fonte limpa, a energia solar. Uma vez em operação, a planta fotovoltaica irá produzir aproximadamente 36,8 MWh de energia livre de emissões a cada ano, o que é suficiente para atender 20% do consumo anual de energia do Consulado. A instalação estará conectada à rede de distribuição do Rio de Janeiro, o que significa que a energia excedente, produzida nos picos de geração, será injetada na rede.
O Governo Brasileiro está promovendo o uso de energia solar no país. No ano passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicou resoluções que estabelecem as diretrizes e definem as principais condições para a conexão de plantas solares em baixa tensão, permitindo a troca de energia entre a rede e a planta fotovoltaica.
Em 2010, a Enel Green Power desenvolveu o projeto “Embaixada Verde”, na Embaixada da Itália em Brasília. Hoje, um terço do total da energia consumida pela Embaixada vem da planta solar de 50 kW, instalada pela Enel Green Power no telhado do edifício. O projeto “Embaixada Verde” surgiu a partir de duas oportunidades convergentes: em primeiro lugar, ele é aderente a um princípio de gestão pública mais eficiente em termos de economia de recursos e, em segundo lugar, permitiu a aplicação prática das mais avançadas tecnologias para o uso de uma fonte de energia renovável, com zero emissão, que o Brasil tem em abundância.

Enel Green Power é uma empresa do Grupo Enel totalmente dedicada ao desenvolvimento e geração de energia a partir de fontes renováveis a nível internacional, com operações na Europa e nas Américas. A companhia gerou mais de 25 bilhões de kWh em 2012 a partir da água, Sol, vento e calor da Terra – o suficiente para atender o consumo de cerca de 10 milhões de lares e evitar a emissão de mais de 18 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera. Enel Green Power é lider mundial no setor graças a seu mix de geração bem balanceado, garantindo volumes de geração acima da média do setor. A companhia tem uma capacidade instalada de 8.000 MW em fontes eólica, solar, hidrelétrica, geotérmica e biomassa. Atualmente, a EGP tem mais de 700 plantas em operação em 16 países na Europa e Américas. Especificamente na América Latina, a Enel Green Power opera 900 MW em fontes eólicas e hidrelétricas no Brasil, Chile, Costa Rica, México, Panamá e Guatemala."

terça-feira, 28 de maio de 2013

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

Economia de baixo carbono diz respeito a uma forma como a tecnologia pode contribuir para a preservação do meio ambiente e partir de atitudes sustentáveis para a produção de energia e diminuição de gases do efeito estufa. A ideia é gerar o menor impacto possível sobre o clima da Terra por meio de diversas ações relacionadas à gestão em sustentabilidade.
Alguns países j á se destacam nessa nova economia. Países como Nova Zelândia, Austrália e alguns membros da União Européia já são destaques na atuação de baixo carbono. Nesse contexto, é imprescindível lembrar do Protocolo de Quioto, um tratado internacional que estabelece compromissos mais rígidos para a redução da emissão de gases que agravam o efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono (CO2). Os países que assinaram o Protocolo assumiram a responsabilidade de desenvolver em seus países estratégias para que a cota de emissões de gases não seja ultrapassada.
O papel do Brasil no cenário mundial é de grande importância economicamente, visto que nosso país destaca-se na geração de energia originária de fontes renováveis. O Brasil é detentor de uma biodiversidade que o coloca em uma posição de destaque na construção de uma economia de baixa intensidade de carbono, devido à presença de várias hidrelétricas e à liderança na produção de etanol de cana.
É claro que ainda é preciso trabalhar e evoluir muito para que a economia de baixo carbono seja exemplar, especialmente no índice de reutilização da água, ainda pequeno em comparação com países como a França e o Reino Unido.
Com a economia de baixo carbono, todos têm a ganhar, pois a redução das emissões de gás carbônico gera benefícios enormes para a biodiversidade do planeta ao longo dos anos e para uma vida melhor e mais sustentável.